sábado, 20 de outubro de 2012

pálida como a neve,
acolhedora,
confortante como a brisa do mar
ao bater no rosto
Em um dia de luar.

És tu que me alegra
nos dias escuros e claro.
És tu que me ama
com beijos e atenções insubistituíveis.

Teu afeto é algo sublime
Teu olhar recarrega
as minha energias.

Obrigada, Meu bem
Por todos os dias
viver para mim.

Escrito por: Jéssica.

quarta-feira, 12 de setembro de 2012

O conto de Guerra


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O caus teve início no ano de 2018, nos meus 25 anos, quando meu país declarou guerra aos Nortes Anglos, claro de certa parte burrice nossa, entretanto tínhamos apoio de outras nações que guardam rancor da nação perfeita.

22 novembro de 2017 ocorreu-me conhecer uma mulher, bonita, simples, com uma risada excêntrica como se puxasse todo o ar e ficasse sem ele, cabelos lindos lisos, magra, frágil, não é muito diferente, mas me encantou.

Sonhei com ela varias noites e dias, a observava durante algum tempo, via rindo com os amigos, conversando e até tínhamos amigos em comum, via suas mensagens que pareciam profundas. Ficamos juntos, namoramos, até... Alguém incomodo apresentar-se na vida dela. Não me permito chorar, pois ainda estamos juntos, ou não, mas dói pensar em não estar. 7 meses depois, o Pictória de Latim (meu país) estava em caus, fui chamado para servi minha pátria, coisa exageradamente absurda já que não reconhecemos Pictória como mãe ou pai, entretanto fui chamado o problema que sou filho único e certamente não deveria ser chamado, mas descobri que um menino da família vizinha “pagou” as malas para a França, enquanto eu fui escolhido.
Bateram em minha porta, como se tivessem batendo em aço.
-Lucas Rosseou? Lucas!- batiam estrondosamente-
logo abri – pois não!?-
Dois homens fardados bem posto, barba feita, impecáveis- Esta sendo chamado para servir o Pictória de Latim na guerra...-
-NÃO! MEU FILHO NÃO! MEU FILHO- minha mãe agarrava-me pelo braço- MEU ÚNICO FILHO!-
-Senhora, sentimos muito, mas seu filho sera honrado após a guerra terminar...-
-QUE HONRA? SEU PAÍS NÃO EXISTE HONRA! CARREGAR MEU ÚNICO FILHO?! QUE HONRA HÁ DE EXISTIR?-
-sentimos muito senhora. Venha rapaz pegue apenas documentos necessários de identificação e o que precisar levar.
-LUCAS! Meu filho... estarei aqui o esperando rezarei todos os dias, me envie cartas...-
eu apenas balançava a cabeça... não há o que se entender o que havia ocorrido.

Ela me abraçou beijou minha testa- eu te amo meu filho-
-te amo mamãe- abracei-a com força.

Fui em meu armário, peguei umas cuecas e algumas roupas, minha identidade e minha câmera fotográfica junto seu carregador. Certamente não compreendia o que se passava, minha mãe chorava eu iria embora não sei aonde e a única coisa que eu pensava era Falar com ela...

Ao entrar no carro perguntei a eles se podia falar com mais alguém, eles disseram que não, que não existia tempo. Fiquei calado e apenas encostei no banco e olhei para o lado de fora da janela.
  • É a sua namorada?- Perguntou o outro homem fardado.
  • É...- olhei-o
  • da um desconto para o rapaz, vamos passar lá-
  • está bem, onde ela mora?-
  • aqui perto... - Me deixaram de frente a casa da moça.

Bati em sua porta, sua avó que atendeu, pedi que a chamasse e disse que não tinha tempo, sua avó logo chamou-a.

  • Jéssica!-
  • oi vó?-
  • Lucas está ai-
  • o que ele quer?-
  • não sei disse que estava com pressa-

Jéssica correu até o portão deu um abraço.
  • Oi Lucas?- questionou-o
  • Oi, é que tanta coisa pra dizer, mas não tenho tempo - minhas mãos tremiam como se estivesse morrendo de febre.
  • O que houve? - ela começou a se assustar.
  • Eu vou embora, não sei pra onde, esses homens são do exercito e me convocaram, queria só olhar pra você, sei que não estamos muito bem, mas estou com medo, não sei nem o que devo fazer ou que vai acontecer ai queria pedir-te um favor -
  • como assim lucas? Você não pode é filho único, não pode!- ela se alterava-
  • não importa, minha mãe já falou sobre isso com os homens, mas não deu, enfim não é isso que vim falar contigo- ela me olhava via que estava calmo, parecia que eu estava indo ao dentista, mas eu não sabia de fato a realidade que me ocorria, toda forma não se podia fazer nada apenas aceitar, e era o que a incomodava, eu aceitava tudo, mas são regras e elas devem ser aceitas...
  • queria pedir-te uma fotografia sua...- tiro a câmera do bolso. Ela me olhava, e caia lágrimas.
  • Apenas recordação sabe, como agente não vai bem quero fingir que está para pelo menos lá não me perder no nada- eu sorrir mostrando meus dentes imperfeitos e pequenos.
  • Tem problema?- ela chorava e me abraçava.
  • Não chore se não vai sair feia na fotografia- tirei uma blusa minha da sacola e limpei a sua face.
  • Venha!- me posicionei para tirar uma foto, uma das mãos segurava a câmera e a outra o ombro dela-
  • Sorria Jéss-

Ao sairmos disse-a que tentaria voltar, mas que ela siga sua vida, eu iria tentar voltar e ficar com ela, mas não se sabe o que se pode acontecer. Não a beijei para não deixar grandes expectativas, mas queria e muito...

  • Rapaz sua namorada é bonita, mas achei vocês tão sem graça- ele riu
  • é que estamos brigados – estava olhando a nossa foto na câmera
  • porque?- questionou o homem
  • Sou um pouco ciumento, mas acho também que ela estava cansada de mim. Gostamos muito um do outro, mas não dá certo, eu não me encaixava- sorri
  • acho que vocês não me entenderiam-
  • nossa você é sempre calmo assim?- sorrio o fardado
  • as vezes- desliguei a câmera e observei-os.
  • Lucas fazes o que da vida?-
  • faço medicina, estou no penúltimo período, mas adoro escrever, ler essas coisas. Qual o nome dos Senhores?-
  • Sou primeiro Sargento Robson-
  • E eu sou Sub tenente messias-
  • Prazer senhores...-
  • igualmente-


Após chamar vários homens entre 18 a 40 anos, obvio encontrei de 15 a 17 também fomos a uma espécie de “base”.
Lá passamos uns meses treinando, corríamos de 5 da manha, levantávamos sem escovar os dentes, e eramos surpreendidos por outros Sargentos que achavam que tudo era no tapa, acho que estes ficavam puto com algo e descontavam no seu superpoder em nós soldados.

Passei 4 meses sozinho isolado, apenas mandando cartas a minha mãe e enviando cartas a Jéssica, apenas minha mãe me correspondia. Olhava nossa fotografia na câmera, e quando descarregava ligava o carregado em uma tomada. Apesar de estarmos em 2018 os celulares estavam em fora de área, pois a segurança achava melhor bloquearem as linhas para evitar passagem de informações.

Aprendi a me alimentar na selva, a me proteger, e até matar alguém. Mas nunca entendi o porque de tudo isso.
As vezes passávamos a noite na água fria se roupa, era triste, quem não aguentava era torturado.

Após um ano, os Anglos enviaram misseis que destruiu boa parte das cidades no litoral e iniciaram uma invasão no mar, renderam as tropas no litoral, mataram nossos homens e transformavam nossas mulheres em michelas, o medo estava apenas por vim. Sorte que em uma das cartas pedi para minha mãe sair de casa e ir mais oeste possível longe das costas, pedi também que avisasse a família da moça.

Era tão disciplinado que o capitão junto ao marechal deram-me como braço direito deles, mas não queria sair de perto do Senhor Messias e Robson.

Uma noite exatamente 22 de novembro fui acordado pois tropas inimigas estavam invadindo, cada um pegaram suas armas seus coletes e capacetes eu como sempre carregava a minha câmera, o fuzil e a incoerência de tudo aquilo.
Tínhamos umas bases subterrâneas escavadas por engenheiros da própria cede, eu nunca entendi estamos todos em guerra, mas porque o presidente não vem sujar suas mãos de sangue por nosso Pictori de Latim? Minha cabeça de certo ponto é conflitante, embora o pior não seja isso, ser no momento errado, sempre.

Nos avançamos conseguimos derrotar os invasores e até achamos uns escondidos com medo, meu parceiro de guerra ao acha-los disse:
  • Seus sebosos, merecem todos morrer- cuspia-os
  • por favor não nos mate, eu tenho filhos uma mulher...-
  • não vou mata-los, vou me divertir com vocês-
    Este sargento tinha um sangue tão frio que corria gelo ao invés de linfa. Ele jogava carne crua cheio de vermes para os soldados Norte Anglos, que brigavam feito cachorros, depois os aprisionavam, batiam e no outro dia excitavam-os a brigar por comida, mandando matar um ao outro, aquilo era doentio. Alguns até do corpo deles usavam.

Eu só queria voltar...
Após uns dias achei um velho amigo Victor na Cavalaria Tenente, ele me contava como estava minha mãe e me entregou cartas dela.
  • Sua mãe esta bem enviou-te esta carta-
  • Obrigado Victor-
  • de nada!-
  • Viste Jéssica?
  • Hum... Não, sinto muito...-
  • tudo bem- eu sorri
  • Estas diferente lucas -
  • muita coisa aprendi aqui-
  • não se preocupe, estamos entrando em um acordo, mas parecem que querem nossa mata, e não queremos oferecer-
  • entendo... mas não podiam nos envolver nisto tudo-
  • É infelizmente é assim- ele olhou para mim viu minha expressão sem cor.
  • Lucas já foi se divertir? Com alguém aqui? Saiu? -
  • Não senhor, já me chamaram, mas não os conheço então sempre preferi estar por aqui-
  • Você a ama demais não é?- ele observa-me segurando a câmera com nossa fotografia-
  • É, mas acabou- eu sorri para ele
  • não pense assim rapaz, você é jovem está aqui a quase dois anos, vai encontrar uma moça- ele sorri-
  • Vamos, você pode sair comigo, e eu tenho um presente pra te dar-
  • certo!- Guardei a câmera na minha bolsa e deixei dentro do meu colchão


Ele me levou a um bar, pediu para mim whiskey, conversarmos e rimos, pagou a uma moça para dançar para ele, queria pagar pra mim, mas não o aceitei.

  • Sabe lucas tenho amigos que quiseram vir para guerra apenas para perder um dedo ou uma perna e ficar aposentado, acredita?-
  • sério? Pois estou tentado não perder nada ahahaha!-
  • hahaha! Loucos-

Depois da farra voltamos ao quarto fui atras da minha câmera, desesperei-me.
- Cade? Cade? Cade??? - procurava e não achava
-Atrás disto?- Questiona o Sargento José Siqueira, o seboso, não aguentava olhar para ele-
-sim senhor! O senhor pode me devolver?- questiono todo ereto sem o olhar nos olhos
  • Não-
  • Por favor senhor!-
  • Não Sua BIXINHA!-
  • Senhor apenas quero a câmera senhor-
  • Você sábia que essa moça esta com um outro agora?-
  • não senhor...-
  • pois bem, é verdade e aposto que está na cama com ele agora, um rapaz de cabelos compridos negros chamado William-
  • Não me importo senhor, quero apenas a câmera-
  • não se importa de vê-la com outro Rapaz- ele se aproximou de mim, dei apenas uma engolida na saliva e não o respondi-
  • Não se importa dela está com aquele homem desprezível? Tocando-a-

Novamente engolir...

  • Você é muito otário mesmo, devia é morrer, eu devia era fuder com você e com ela seu pirralho, imbecil- batia em minha cara, e batia batia batia
  • olha o que eu faço com ela!- ele abaixou as calças.
A raiva cresceu tanto, que acertei com um canivete suíço no pescoço.
  • Não se preocupe não vai morrer.- peguei minha câmera e partir
    Após alguns dias os Anglos aceitam o acordo. Ao voltar a minha terra as mulheres os homens felizes e comemorando, festa. Voltei a minha casa, invadida por bandeira Anglo os móveis devastados, após uns minutos achei minha mãe cabelos brancos, magra com a pele um pouco enrrugada, eu chorei e ela também.
    -senti tanta sua falta mãe, te trouxe uma medalha- Retirei a medalha do meu bolso e a entreguei
    - não preciso de medalha, preciso de você bem - me abraçou fortemente

    fui ao meu quarto, coloquei minha farda, minhas roupas em cima da cama e a câmera fotográfica, dei uma olhada, mas não a liguei. Pela primeira vez vi minhas feições depois dos estragos. Pareci mais maduro. Depois de arrumar a casa, organizar as coisas tive coragem para ir na casa de Jéssica.

Ao chegar, na frente eu a vi com um rapaz e com um bebê... E ele não voltou mais.
Sua câmera encheu-se de poeira e nunca mais a usou.

quinta-feira, 30 de agosto de 2012

Evolução


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Evolução I

É comum me verem como personagem principal das minhas obras, todavia desta vez o personagem será chamado Douglas.

“há vista daquela moça... Como era linda, mesmo esquecida por todos eu ainda achava sua beleza escondida por trás da face séria e cansada. Dedicações de suas noites e relentos da madrugada a devoção da leitura e contas. Sinto pela sua vida, já que dormes em cima de uma caravela rezando para os seus tentaculos não urtigarem, claro as vezes acontecia, mas não se deixava levar, ficava apenas uma cicatriz, que ninguém via, mas eu atravessava ainda mais... conseguia ver partes não formadas pela matriz fibroblástica, coisa que era estranha... normalmente cura-se de dentro para fora, mas sua imagem era tão forte que preferia-se fazer contrário”
Douglas de Melo

Pobre Douglas... parte de mim. Eu conseguia senti-lo de forma tão clara que eramos únicos, por isto dedico primeiro esta prosa a ele.

Hoje procurando forças para se levantar, o sol atravessava sua janela transparente, e beijava sua face, mas ele não queria ser beijado nem tocado, sobre pôs o braço em seu rosto e apenas sentiu a parte quente do luz. Deixou uma lágrima cair... não sei se era de sono, me pareceu um tanto devoto aos beijos.
Logo se pôs a levantar, sentou na cama e ficou pensando o que teria a se fazer. Coçou próximo a axila sentiu o odor de sua boca, coisa que para ele jamais é aceitável tamanho desleixo. Levantou-se olhou sua agenda 11 horas de estudos e mais 3 de cursinho. Foi ao banheiro não deu bom dia a ninguém, já que se achava podre logo pela manha. Escovou os dentes, lavou o rosto, tomou seu banho demorado, foi a cozinha deu bom dia a todos e logo foi para seu quarto.

Olhava seu material de estudos, Sabia de muito, mas quase nada... Sempre quis mais.

Nunca foi dedicado a tudo, apenas o que gostava.
O quarto estava uma bagunça, ele olhará e sem querer pisou em um grampo de papel furou o pé logo olhou …

  • Que droga...- nenhuma exaltação ou raiva, não estava puto nem nada...
    sinto-me pelo rapaz, já passei por isso é dureza, as curvas do sexo feminino são tão fortes que cura até a dor do rapaz, cura de maneira estranha, dando-o mais dor.
    Em uma tarde fui a sua casa, ví a sua mãe, nossa... eu sempre a cobicei e dizia a mim que seria o padrasto do meu colega ele apenas sorria e dizia.
    - Vai te fuder...-
    Claro a mãe dele sempre me achou um maconheiro, desleixado, que faz letras, eu não me importava, apenas queria ser o marido dela. E apesar de ser totalmente contra a química da maconha eu ainda me entregava a nicotina.
  • E ai, viesse apenas ver minha mãe?
  • Também, mas vim por sentir-te desamparado.-
  • E eu lá gosto de homim?-
  • hahaha! Rapaz... tenho minhas dúvidas, quer tentar não?
-- Sai Boiola!-
    -- hahaha! Sabes que eu o amo.
    – Sempre soube que você era meio estranho... pintava para um lado principalmente com esse cabelim meio grande...-
  • Meu rapaz isto é um charme entre as mulheres, claro entre nós... sei que tu ficas louco meu caro- larguei em gargalhada
  • “MAR” é fresco mermo – riamos nós




Douglas é gente fina, gostava de mulher, claro tudo isto é apenas uma apresentação masculina as vezes eu pegava no pênis dele só pra brincar e ele encolhia-se todo e como sempre me chamava de viado. Sempre foi assim

É normal ver homens chorando ele nunca me vira desde o meu luto, mas Douglas era do tipo que chorava com um sentimento ruim, ou Raiva, por mais que tentasse segurar seu próprio olho tentava absorver as lágrimas e se contia.

As “negas” ficavam doida um garoto sensível e bonitinho como ele, elas suspiravam, mas logo se cansavam. Douglas não é lá nem cá, era a prova concreta do Arcadismo. O homem sem interesses dinheiro nem pobreza, roupas ou nudeza, e isto as vezes era ruim, pois todas as mulheres obvio queria tudo de mais ou de menos, e ele ao ser criticado chorava nunca de tristeza claro de raiva.

No fundo ele não se importava com elas, na verdade era seu egoismo exacerbado remente o que fazia-o ser chorão cagão,

Agente ria, brincava, tocava, cantava, foi sempre assim...

até que esta moça apareceu. Ele se apaixonou por ela e a cena que eu virá quando ele há viu foi o tema de titanic e pensava, “como esse caba é leso.”
Posso falar nada já que meu tema era my heart do paramore, claro ninguém sabe disso, mas ate hoje eu choro ouvindo-a.

Ao conhecerem ambos mostraram-se no Ego e por enquanto estavam bem, mas quando o
mostraram-se o ID, já não houve uma compactação no sistema, mas ela é o amor da vida dele, foi diferente de todas...

É uma pena que um rapaz feito Douglas, bonito, carismático, brincalhão inteligente, fique desmotivado apenas por uma fase de sua vida.
Sei que sempre buscamos ser pior ou ter uma vida pior que a do outro, mas eu amo a minha... claro não é um mar de flores como acham, mas tudo há de ser levado pela correnteza.

A moça amava o pobre Douglas e era reciproco, até ela dizer que ele estava devagar demais, deixando o rapaz confuso. “Nem tem problema eu mudo!” questão era “como? Ou o quê?”

Ele pensara varias vezes em ter filhos com ela, mas não podia era estéril, e ainda tinha 22 anos.
Ele ficava feliz ao ver as mensagens dela todas as noites, mesmo ela cortando todos os defeitos dele, ele se sentia amado e queria mais um pouco. Mesmo com os seus cabelos crespos ela o amava... e ele amava-a.
Claro desentendimentos sempre há em relações, mas o grande defeito dele, era esperar por tudo e por todos e nunca correra atras de nada.

Ele senti muito... e tentou varias vezes, até se questionou se ela o aceitaria assim varias vezes.
Ele até leu Paulo coelho e Augusto Cury! Quando eu soube minha alma doeu, era melhor ter lido um livro meu!

Talvez ele nem seja melhor que eu, ou eu que ele talvez tenhamos convividos e refletidos de maneira diferente, ai está o porque de dois gêmeos idênticos não serem iguais!

E apesar de todas as diferenças o feijão e o Arroz na panela, eles se davam muito bem, como o Eduardo e Mônica, As diferenças pareciam construir um novo cristal.

Ele sentia o riso dela como se fosse infinito azul celeste do céu, parecia que aquilo invadia por completo... sempre a noite ao dormirem guardava a voz da moça no celular ficava lá até ela completar todos os estágios do sono... as vezes ele cochilava nos roncos ou nas respirações grotescas da moça, para ele era musica.

E ficava de 11 da noite as vezes até as 3 ou 4 da manha se o celular não descarregar...

De fato a suas amarguras eram exprimidas em lágrimas, as vezes os sorrisos também.

Lucas


Evolução II


Ele sempre foi diferente, sorridente, amigável, sempre teve alma artística, gostava muito das mulheres das suas formas, tinha um sofismo apurado e todos o perguntam porque sempre sorrir, ele apenas sorrir, sua resposta.

Mas antes de ser assim, passou por sofrimentos sem tamanhos, a última que o vi chorar foi no luto, tudo bem um romance triste e comum, chato, mas para ele experiência que desestruturou-o por completo.

Falar de Lucas não é fácil, é desleixado, irônico, Sarcástico, adora mulheres, até tem um compromisso com elas, não dura mais que dois meses.

Eu sempre fui mais jogado a primeira vez que fiz foi na praia com uma meretriz a dele foi com as estrelas e leão. É verdade que temos coisas em comum e teríamos mais se soubéssemos o que o outro sentira.

Tendemos há ver meu irmão como se fosse um pecador promiscuo, mas sua vida nem sempre foi assim.
Ele tirava as melhores notas, fazia as melhores apresentações, as mulheres mais belas estavam seus pés, os professores passavam horas dedicando a conversas que nunca os entendi, mas este é o Lucas.

Quanto a seu relacionamento, o primeiro e único, duradouro teve conquistas e retribuições, ele se divertiu tão quanto eu, claro aproveitou até o ultimo fim, e fim mesmo... talvez nem se deixa levar por novos vivências, ele se lacrou de um mundo imprestável e talvez tornou-se como ele, ou apenas se diverte rindo do mesmo.
As vezes sua expressão é assustadora, não permitir-se exaltar outras coisas que não seja Sexo ou prazer as vezes chega ser doentio.

Todas as manhãs dedica-se a seu poema ou conto, mostra a uma menina e logo ela o ver como príncipe.

Mas ninguém sabe que aos 17 tornou-se dependente de Charm Cigarrette e até hoje é, talvez o usa quando se lembra de algo...
segredos...

Apaixonado por whisk, literatura, eu não sei escrevê-lo, mas só apenas o admiro, esteve sempre comigo .

Talvez sejamos meios Gays só porque ouvimos nos mesmos fones ele com esquerdo e eu com direito... mas é normal amigos não fazem isso?
Talvez sejamos solitários ou nos sentimos de maneira parecida mas nos adequamos diferentemente a certas dores.

Bem este é o lucas e prazer em conhecê-lo.







sexta-feira, 1 de junho de 2012

Arrepio

 De fato a aula de Química hoje estava totalmente desinteressante, não da ausência de conteúdos com abordagens significativas, mas sim da minha mente possuir um pensamento superior que não permitia o fluxo de conhecimentos .
  Estava frio, de 2:00 pm até 7:00 pm navegando em seus braços . Primeiro nos encontrávamos em uma praia deserta, em luz refletida pela lua, e olhos lacrados e beijos estampados. Depois era cinema, carro e até no banheiro da lanchonete estava, todavia o que mais me interessou foi este:
 Biblioteca, silêncio, 3 pessoas sentadas no andar térreo, ela estava lá, em cima, organizando os livros que havia pego, sua face concentrada, seu olhar fixo a comparação de letras de ordem alfabética dos livros e estantes.
 Eu a observava de longe, o corpo magro, cabelos longos postos de lado, óculos comuns, mãos finas delicadas, pele intocável, corpo com uma secantes e tangentes perfeitamente postas, seus olhos castanhos  redondos.
 Por algum motivo o rapaz a amava.

-Lílium...- Sussurra em pés de ouvido da garota.
-Ah?- ela suspira....- Lucas?-
-Sou eu Lilium-  vira-se para ele.
- Aqui não Lu...-
-Desculpe, mas é que, Eu queria...- ele  a olha com suas pálpebras baixas, vasos da face dilatados.- queria...- se aproxima dela.
-Ah?- ela se afasta, até como uma presa é cercada por prateleiras de livros. -Lucas-
sussurrando - Lilium... Sabes que...-
-Não posso Lucas... não posso ficar contra aos meus "ensinamentos"- afasta-se dele.
-Não me importo com eles...- puxa-a e entre lábios compartilha o desejo febril, e pele tépida dela.
-Lucas...- suspira, o livro que adormecia em seus braços cai...- Lu...cas... não...-
-Lilium... va...mos- mãos apertam... braço delicados...
-hum... luc...- o chão derrubam-os.-não.. hu...-
-Lilium...- desmancha vestimentas.
- N... Não... Luc... AH!- Sons com a frequência mais intensa...
-Lilium abaixe... sua voz...- segura-a pelos punhos... -eu sei.. que queres-
Ela esconde a voz, e a face dilatada...
- Mas... não precisava ser assim...-
-Desculpe...- permite a liberdade dos punhos dela e  a observa.
- tudo bem...- suas pálpebras compre os olhos e vira-se a ele... sim... ela espera...- Ham... hum...- fecha os olhos com mais intensidade...
- Cuidado... som...- sussurra em seu ouvido.
- Desculpe...-
desmancha-a resto, vestimenta que sustenta e reveste o seu mais intimo.
pôs a mão....
-AH... HU...- lacra mais ainda os olhos...
Ele a marca com beijos,  vagarosos, voluptuosos, beijos...
-veja está rígido...-
Ela suspira...
-Lilium...- olha para ela de forma penetrante, para que a moça leia a alma dele... - Eu te amo...-
- ah...- vira-se para ele, abre os olhos- Ah... Eu Também...-
Laça-a com um beijo, firme, sincero.
permaneciam colados... o som da moça perturbava mais ainda o rapaz.
-não podemos ficar aqui...- ela o olha...
-não há ninguém...-
-mas...- ele a beija...

Subia, de for que mostravam a nudeza da coxas dela...
-Luc...- amassava seus cabelos loiros e lisos...
-Li...- barulhos estranhos saiam daquele corredor, e livros de todos os tipo presenciavam o "Sade".
-Ahh...- o ultimo suspiro dela... abraçava-o intensamente... conseguia sentir a frequência cardíaca dele...
Respiravam de forma que o oxigênio parecia sumir...
Deitado sobre os seios macios da moça pelo qual era enamorado...

-Lucas?-
-oi?-
-presta atenção nessa questão!-
-hum?-
-mas é besta... leso-
Eu pensava - merda... merda...- e aquele arrepio.



 Do silêncio que nós toca
É a forma que  explora
vibrante, estridente, porém marcante
é o beijo do inocente

Talvez tão impuro quanto fosse
o nosso romance que assim ainda é
o teu doce, lábios, doce
insulina me trouxe

morfina, e paralisa o meu corpo
ao fim do nosso doce
és meu amor
pequena, magra, simples amor
a única e sim a morfina que trás
meu amor...










segunda-feira, 12 de março de 2012

Tempo que pensa em Ti.

Tempo que passa
Minha cabeça retarda
Ao encontro do esquecimento
Do conhecimento e feridas,
mas que não abomina...
A tua face,
em olhos lacrados
por sempre  que lembro
do teu cheiro, dos nossos laços
Em seus dedos há duas faces
há Duas, pequena e grande.

Não te esqueço jamais...
minha sibita, loirinha
que há  Querer.

Meu maior bem, Doou a ti
por nada exigir retorno

Meu maior bem, Doou a ti
por nada exigir.
sempre me lembrarei de ti...
entre magoas ou não
meu coração palpitará,
mas palpitará... Por nós.
Por entre corações

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

Alguém



Seu Olhar Difuso
Talvez um tanto Confuso
Copulam em minha Alma
Transmutam Sensações

Suas mãos finas e massias
Provocam-me, e perco-me
Em minha mente
Desperta meu Subconciente

Com teus labios
Marcas meu corpo
Como marcas algo que é teu

Tua Face Tepida e marcada
pelo sangue
Formam uma unica face

Teu corpo parece um tango
Seduzindo e provocando
Despertando olhares
Com Memorias ficticias

Além disso
Há como dormes
Mostras nudeza de tua face
e aparição Divina
Que mostras em tuas linhas
Tal... mais belo que a carne
Algo que não há Representação
Nem nome.
Mas há ... A ti.

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

A pureza de um Artista.

  Sabem meu nome, Sabem meus vicios, Sabem quem sou, todavia a
unica fita que laça minha alma com meu trabalho, ninguem conhece.
 Perguntam-me como escrevo, onde escrevo, se é inspiração, jamais
anuciarei nus os artistas.

  Fácil escrever, fácil desenhar, entretanto dificil fazer arte,
um desenhista, um escritor, cineasta, tira sua alma ao fazer
cada traço, cada cor, linha, fala, para mostrar o que deseja e
muitas vezes não é compreendido.

palavras em uma papel são apenas palavras, mas palavras lidas
se tornam figuras, imagens, suspiros, dores, lagrimas ou risos
não entendemos a filosofia humana, mas mesmo assim gostamos e
aprendemos com ela.

 Ser quem eu sou não é uma trabalho fácil, nem arduo, é volatil.
Ao escrever não me torturo ou me forço a querer algo, jamais.
Ao escrever sei exatamente o que vai ter no papael.
Picasso não se expressou (sentimentos) ao pitar seus quadros,
mas ele levantou a verdade na cara de muitos.
 Ser quem eu sou, é ser sensivel, educado, amado,apenas escrevo
o que me da vontade, que a sociedade é, e quer.
 Eu apenas escrevo por conta ta dor, mas esta dor se transforma
em um poema ou em uma prosa, onde falo partes de minha memorias
que muitas vezes julgadas de forma amarga, sem ser mastigada,
apenas ingerida.

 Ser quem eu sou, é usar da minha habilidade intelectual e depois
ser jogada para minha força fisica.
 Ser quem eu sou, é amar a pessoa que está ao meu lado e ser amado
também.

Ser quem eu sou é finjir para bucefalos que sou apenas um charlatão,
levando a vida embreagado, comendo por ai, usar uma mascara e ser
odiado por aqueles que me julgam antecipadamente, ou por antipatia
gratuita.

 Eu sou um escritor, sou um floricultor, eu sou um biologo, talvez
um matematico, eu sou mulher, eu sou homem, eu estou em todos...
 Sou um modernista, sou...

Lucas...