quarta-feira, 23 de novembro de 2011

A carta Enamorado (parte 2)

João pessoa

Querida ....

 Tenho dons que não dou o  devido valor, dons... que
causam emoções em outras pessoas, mas quero que saibas
 que tu não és um don desmerecido, e sim
pedaço da minha mente  que não tinha valor, ou pedaços que
não haviam.
 sempre compreendir que a vida é tão dolorosa, que fechei
portas, e estas impediam passagem de sofrimentos, felicidades,
lagrimas, risos, raiva, calma, e da mesma forma que eles não
entravam, eu tambem não deixava sair as minhas velhas emoções,
por consequencia eu nao tenho novos amores, ou novos amigos,
então tu me apareces, destranca apenas com o olhar esta porta
lacrada e modifica tudo.
 Claro ainda possuo velhos habitos, que entristessem pessoas
que amo, e que parecem ser certos pra mim, mas quero tentar
fazer certo desta vez.


 tu não sabes como é dificil pra mim conter-me quando estas
por perto, e sinto muito, sei que sou um animal que ainda
busca a cultura, ou a domesticação, de toda forma não precisa
me acorrentar, mas apenas por limites para que saiba o certo
ou errado, e assim como gosto de ti saberas que estou seguindo
a linha...


 Escrevo esta prosa de forma que abro meu subconciente, já que
não consigo ser romantico.
 Saiba que não consigo conversar com as estrelas, mas
consigo pelo menos ve-las que admira-las, saiba tambem que não
sou um excelente compositor, mas tento ama-la todos os dias.
 Sua desconfiança, seu medo, seu olhar, seu jeito... me fascinam
Seus labios, sua pele, seu cheiro, Alimentam meu instinto, entretanto
não quero usa-lo perto de ti.


Sinto-me incapaz de falar-te que sinto, mas espero que entenda
pois falo-te com convicção Que eu a amo.

Lucas

Conto enamorado (parte 1)

Hoje contarei uma historia  com sentido diferente.Sei que
a luxuria é algo que me veste a alma, mas hoje  algo
excentrico me ocorreu.


 Amánsia... me deixa "louco"...




 Antes que debochem, crítiquem,falancia, Amánsia não é aquela
Mulher que mantem ligações Ilícitas, mas aquela mulher que me
faz pensar em coisas ilícitas.


 Olhos castanhos, corpo magro com curvas marcantes, seios
robustos, perfume fixador na mente.
  Ficava calada, e me observando boa parte do tempo, não sabia
o que ela pensava, sendo, a unica que não que eu conseguia
 prever.
  Suas mãos finas, delicadas, que arranhava-me durante sonhos
aqueciam meu corpo e minha imaginação.
  Seus cabelos longos e os quais não sei a cor, matavam-me
pela sua massiez.  Ela esfaquiava-me... apertava-me...


 Lembro que quando há vi, meus olhos apenas a perseguia e eu
não conseguia comanda-los, então toda manhã chegava mais cedo
e a esperava subir a rampa que levava em direção a sala ao
lado, pensava eu que não existia para ela, que apenas era mais
um na multidão.
 Eu tinha 17 anos quando há vi, seu nome... ha... Seu nome...
não posso falar...


 Meu amigo Victor me aprensetou a ela, fiquei sem jeito,
apesar de ser safado, mas quando estou perto dela... timidez.
 Fiquei apenas sorrindo como um retardado, e ela me olhava
 e aposto que dizia pra si "Quem é este Otario?", e eu... ahh...


-Victor aquela menina ela é tão linda...
-Desista ela nao gosta de pessoas como você...
- mas eu so disse que ela era linda...
-Ela nao gosta de pessoas como você...
- mas...
- Desista...


eu apenas murmurava...


-Não te preocupes meu caro amigo... tem outras...- ele sorria
-É eu to sabendo... mas... é você tem razão- apenas sorria para ele.
-não esta satisfeito com as outras não?
-bando de biscate...
-então por que você anda com elas?
-Meu corpo...
-Seu Penis...
-É...
-você é um idiota sabia?
-É eu sei...
-você é um leso...
- e Você um assexuado...
-É... verdade.... mas isto nao esta em questão...
-é verdade... mas tenho curiosidade se você já o usou?
- já sim...
-há! okay...


E o silêncio predomina...


Deitei minha cabeça na mesa da sala e murmurei...
 -mas eu queria


 Tempos depois iria ocorrer o evento mais esperado na minha
escola, semana de arte e cultura, os alunos organizavam-se
para elaborarem projetos, para ganharem pontos e não se "fud.."
no final.
 lá eu re vi a menina... me matava... aquele olhar...
passei por ela...


-oi...-eu falava todo leso.
-oi... Lucas- ela falava com seriedade...


 eu sorria e não sabia o que falar...
-boa apresentação- disse a ela
- pra ti tambem- ela sorria e respondia...


eu fui embora...


-nossa como eu sou leso- disse a mim.
-porra cara tu é viado...- queixava-me




lembro que tempos depois, ela estava tão magoada, seu coração
estava partido porque amava alguem que não a correspondia e
eu fiquei feliz por ele não aceitar o amor dela, mas fiquei
triste, pelo fato de ve-la daquela forma, e meu coração partia, mas
mesmo assim eu queria ficar do lado dela...


-Lucas eu não estou a fim de conversar...
-tudo bem... eu fico apenas te olhando...
-Lucas por favor... saia daqui...- ela falava tão espinhosa...
-me Desculpe... mas é que eu quero seu bem... certo eu vou indo
boa aula- eu ficava triste ao ver aquele olhar...


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 Um ano depois, muitas mudanças... aproximamos um do outro, mas
sua mente a deixava confusa, e eu sou queria ama-la.
-Sabia que te acho linda?-
-sou não...-
-é sim... eu sempre gostei de você, e sei que sou um idiota,
 mas me sinto melhor te falando, e sei que você não quer nada,
 mas...tudo bem sabe, pra mim estar tudo bem.


Ela nao falou nada, mas eu já sabia ali o que significava o
silencio...


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-Queria te dizer que eu te amo...-
ela apenas ouvia-me...
eu pensava que havia reciprocidade, mas meu coração só apertava
e estourava despedaçava
-eu preciso desligar o telefone, depois nos falamos...beijos-
- certo, Lucas... boa noite... gosto muito de ti...-


Meu coração  partia-se ainda mais... desliguei o telefone...
meus olhos queimavam... e fui tomar um banho...


uns 3 minutos depois, ela me liga novamente.


-Lucas... Eu queria te dizer algo que já faz tempo que quero
falar...-
-oi meu amor...?-
- ah... eu te amo-


"eu já imaginava que ela fosse dizer isso só
pra mim agradar"
- ah fico feliz, mas não precisa dizer se for mentira...-
-não! não! é verdade... e ja faz tempo que queria falar...-
fiquei feliz...
- Eu tambem... eu te amo...-
-pois é... entao boa noite...-
-boa noite ...


Nunca tinha dito a ninguem que amava antes de Transar com esta
pessoa, mas ela... não sei...


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Sabes tu que penso em ti?
que meu mar agitado
acalma assim que a lua afasta-se


será que teus labios se
atraem pelos meus?
Meus olhos enudecem e provocam ondas
no momento que tu não me olhas


Ah! como eu queria!
teu corpo tepido tocando-me
seu olhar inocente e imprevisivel
mergulhar na minha mente.


Insanidade e promiscuidade
penso, penso, perdoe-me
mas só você menina mata-me...
desejo-te

domingo, 13 de novembro de 2011

Timor Ortus (Fobia da nascente solar)


 Este capítulo é um tanto "bizarro", talvez confuso, ou bastante esclarecedor, de toda forma, Contarei... E espero que prestem bastante atenção, pois escrita informal... Não é sinônimo de facilidade, não seja equivocado com certas cenas...


- Amanda... - ele fala bem baixinho no ouvido dela.
- Oi ? - Com olhos vendados pelas próprias pálpebras... Vira-se para ele, a visão um pouco embaçada...
- Estava dormindo? Me desculpe...- ele a olha beija sua testa.
- Não! não... Pode falar! - observa-o...
- Certo...- ele baixa a cabeça e procura um ponto fixo que não seja ela - Porque isto tudo parece ser tão...- ele procurava palavras no ar...
-Diferente? - olhava-o...
- É... Eu sempre achei tudo isto surreal, e agora que é real... parece perfeito...- olhava para parede como se os dois podessem se comunicar...
-Você sempre pensou nisso? - Ela ergue-se um pouco, cobre sua semi nudez com os lençóis
-sim e não, você sabe minha alma romântica não me deixa fazer... spleen...
-Você fala de...? - Ela o olha com mais... "Força"...
-...Amor... Sexo... - Ele permanece olhando a parede...
- Você quer? - Ela o questiona...
- Eu não sei... - Como a parede não tinha mais o que dizer... Olhou para lado direito, oposto a Amanda. A vergonha o consumia.
-Não precisa ficar assim... - Puxa o rosto dele com delicadeza Eu o Amo, e sinto reciprocidade nisto, não precisamos mais do que isso...
- Mas não sei... - Ele a olha.
-Tudo bem Luquinhas... - O abraça - quando o sol nascer seremos outros e quando morrer, nascerá a lua e em todas as suas fases vamos ser assim... Só o tempo nos dirá - Sentia-se amado por ela, e como de fato era... Para ele tudo que ela falava soava como um poema lirico.
Ela Sabia muito bem que ele queria, parecia ser misteriosa e ao mesmo tempo tão claro... Seus olhos cansados, alegrava-o.
beijavam-se...
-Vamos dormir?- Ela deitava sobre o peito dele.
-vamos...- apesar dela sempre questionar, parecia ser um pedido "chantagioso", porém carinhoso, estranho né?, mas no fundo não havia maldade...
-Quero que saiba que todos os dias, amo-te - Lucas ao falar isto, ela dava um sorriso onde já recebia reciprocidade.


Já iriam dar 6:00 da manhã... No quarto apenas se ouvia o Ar-condicionado, uns pássaros que já estavam acordados lá fora. Eles tinham apenas 15 e 17 anos... Juventude.


Depois de Alguns meses conversas em crepúsculos a vontade do céus e as estrelas serem um só... Cresciam.


Dia 16 de Julho Andrew Garcia, o irmão mais velho de Amanda, tinha uma festa em comemoração do Seu aniversário.
Andrew não é um garoto, também não é um homem, mas amava sua irmã incondicionalmente, segredos, risos, choros, tudo era guardado no coração do irmão mais velho...


-Andrew!! Parabéns!!- Amanda saltitando ate seu irmão com uma caixa de presente.
- Meu Amor!- abraça, e da milhões de beijos faciais.
- Trouxe um presente para você- ela entrega a caixinha de presente, começa a rir.
- Que será?- ele abre... -  UMA Lâmpada! - ela e o irmão rir, já o Lucas não entende.
-para iluminar sua vida Andy! - Ela sorrir
- Meu amor! - Abraços... E abraços...
- Andrew, trouxe algo para você... E feliz aniversário - Lucas sentia-se ameaçado, não conhecia, sentia que ele possivelmente iria ter problemas...


- E você é? - Andrew olha-o com desprezo.
- Ele é meu namorado - Amanda larga o irmão e abraça o Lucas.
- Namorado? e ele pediu a mim para namorar-te? - Andrew só queria pegar no pé mesmo, para zombar um pouco do jovem.
- Desculpe não sabia... Andrew pode... - Amanda corta...
-Andrew! Deixa de ser bobo, esta assustando ele, e não preciso de sua opinião para escolher namorados... - Ela abraça Lucas e sussurra no seu ouvido - Andrew sempre aterroriza meus amigos homens, não te preocupes, ele apenas estar tirando sarro... - Ela sorri e da um beijo de leve entre lábios.
- Certo...-
- Então vocês quando forem... usem camisinha! - Lucas ficou no seu afélio de constrangimento, Amanda... Creio que já sabem como ela ficou.
-Não... Jamais iria fazer isto com ela... Acho que... Devemos esperar, sabe?- Amanda esconde a cabeça atras do namorado.
-Mas você nunca tentou?- Pergunta Andrew jogando "verde". e a Pobre Amanda constrangida... Sabia que o Lucas apesar de ser bonitinho, ser inteligente e ter suas vontades, ele era meio inseguro quanto a isto, e sabia que a própria que deveria tomar iniciativa...
-sim... pedir varias vezes, mas como ela não quer, não posso forçar e a respeito muito, assim como ela me respeita...- Lucas achou melhor mentir porque não queria ver a namorada em uma situação pior com seu irmão..
- certo, gostei de você, seja bem vindo... cuidado com ela viu..."Vou lá" dar uma dançada . E maninha... Amo-te demais.  ele abraça da um beijo na testa e desce as escada para ir para festa.


- Me Desculpa Lucas! Desculpa! pôr-te nesta posição! meu irmão que... não tem senso! - o abraça e esconde o rosto entre os seios dele.
-Eu gostei do seu irmão, ele é sincero, gosto de pessoas assim.- Ele sorrir - fica assim não, ok?- puxa o rosto dela...
-certo...- ela o olha corada... como maquiagem de menininhas...
- Eu te amo sabia...?- ele aproxima-se mais dela, toca em seus ombros e braços - quero... - beija-a, encostando lábios entre lábios, suas mãos na cintura dela que aproximava mais... e mais..
-Lu...cas..- Sussurros...
- Eu não quero... sai...ir...- lábios mais molhados pelo gloss dela... Que misturava-se nos lábios dele...
-Eu... e... eu... também..- as mãos dela sempre era tocando o rosto dele, delicadamente...


As mãos simples dele, dançava sobre as costelas dela que formavam ondas, e estas ondas eram surfadas por dedos, dedos que massageavam pele pálida.. lisa... Pressionavam a parte dorsal da costela, causando arrepios na garota.


-Lu...cas...- ela sussurrava... E ele apenas a beijava...
 Ela andava para trás entre beijos e ele apenas a seguia, ate cair perto da cama...


-espera... Amanda...- ele por cima dela olhava-a...
- Fiz algo errado?- ela o olha de baixo...
- Não... só que... me sinto envergonhado...- ele rir
- porque? - ela o olha sem entender...
- É que seila ta tendo uma festa la em baixo, sua mãe seu pai, e Seu irmão estão lá, ai imagina se eles... seila nos ver...- ela olhava e sorri.
-verdade tens razão...- ela dava beijos delicados no labios dele...- cert...certo... vamos..-
- vamos...- ele se levanta e logo ajuda-a levantar.


Eles descem, forão curtir a festa, e logo passam a noite em claro... conversando,  mais uma vez ouviram os passarinhos acordarem e aquele sol... baterem em suas peles...


No dia seguinte as aulas pareciam demorar principalmente para Lucas, ,já Amanda,  tinha algo que conservava energia durante muito tempo, não sei se  era alguma receita de familia, mas todas as noites que permanecia acordada no outro dia estava sorridente e disposta.


Lucas Dormiu até demais... todas as aulas perdidas por um sono... diferente de Amanda... todas as aulas anotadas bem organizadas no caderno.


Lucas cochilou tanto que para ele a aula so acabou quando deu 13:20 da tarde, e Amanda louca preucupada procurava por ele... e o mesmo estava dentro de sala ainda "babando a carteira".


- Meu Deus! Lucas!- ela vai ate ele... -Lucas! acorde... vão dar 13:30 sua mãe ja me ligou... vamos!- ele apenas cochilava... -Lucas Le Rosseu! Acorde agora!- ela o olhava e nada... Apenas sentou-se ao lado dele e ficou ate 13:50, esperando-o acordar.
Os dois sairam, chegaram em casa eram 14:25...


"Lembro que, todas as noites que passava na casa de Amanda, não conseguia pregar os olhos, pois sabia que ela estava no quarto ao lado, e sempre me levantava a noite para ir visita-la, e por incrivel ela sempre parecia me esperar."


Houve uma noite que nossas pais viajaram para uma cidade proxima, assistir ao um  show de um grupo musical que gostavam, nisto o Andrew ficou de "babar".


-Amanda, já olhou o cêu hoje?- pergunta Lucas deitado em um lençou que cobre a grama verde...
-Sim... estrelado...- ela o olha... sorri- você gosta delas... não é?-
-muito... e ao mesmo tempo tenho medo...-ele olha para ela.
-você tem muito medo das coisas... deve parar de sentir isto...- toca o rosto dele...- Não pode viver assim... e se viver assim... não vai ter vida.- ela rir, sabia que o que falou era simples e aparentemente cômica, mas na sua semántica estava totalmente coerente.
- você estar certa...- suas palpebras deciam um pouco, seus labios não encostavam-se por completo. A puxou pelo braço e deitou por cima dela...  quatro labios manchados por gloss sabor morango...
-Lu...cas... m...Meu irmão...- ele não parava de misturar seus labios com o dela...
-Deixe-o...- cada mão dele, entrelaçava com cada mão dela, ele amassava por cima dela... os dois pareciam não respirar...
-Lucas...- sussurrava entre beijos.............................................................................................................................................................................................................................................................................................................................
 Ele passa seu "paladar" como batom nos labios da Amanda, e ela suspira... sua pele elevasse...


-Lucas... calma...- ele a olha...
-Desculpa... não quis...- ele a solta...
-não tudo bem... é só que... aqui é um pouco... desconfortavel... vamos... entrar?...- ela o olha envergonhada... e os dois pareciam esta em sicronia....
- Certo...- levantou-se de cima dela e logo a ajudou. ele a olhava e sentia algo ... diferente... seu sangue parecia subir a sua cabeça e seu rosto completamente vermelho... prendia sua respiração... e Amanda o observava...
-que foi?- Amanda o olhava...
- nada...- apertava suas maos com força...- preciso ir ao... banheiro...- ela o olhava sem enteder...
-vamos lucas la no meu quarto você usa o banheiro...- ela caminhava na frente... ele ia atras... bagunçava seus cabelos e apertava suas proprias maos com muita força...
- Ai Deus... Deus...- sussurrava... bem baixinho...
-você estar bem lucas? precisa de algo....?- tocava nas mãos quente dele...
-não! não! obrigado...- subiram a escada e seguiram o corredor... ela abriu a porta devagasinho do seu quarto... etraram... fecharam...
-você esta bem?- o observa...
-sim...-  ela olha pra ele... toca na face e depois dar-lhe um beijo...
- Eu te amo Lucas...-
-Eu te amo Amanda...-  a olha com aquele vestidinho branco com duas faixas azuis que marcavam sua sintura fina...


A devora com um beijo... aperta  suas costelas na dela...
-lucas!...- a beija de tal forma que impede de respirar e falar...
ele para... e olha pra ela...
- que foi?...- ela pergunta...


Apenas calado toca nas mãos dela... sobe lentamente, ao chegar nos braços dela, aperta de leve, e ela larga um suspiro,  ambos com os olhares conectados. sobe mais a mão toca no pescoço dela... depois volta um pouco... empurra com a ponta dos dedos, a alça do vestido...  descia... descia... devagar... fechava... fechava os olhos e caia.


-Lu...cas...-  ela fechou os olhos, cobriu com os braços o sutian...- Apaga... a luz...- ela virava a cabeça escondendo sua face palida e avermelhada...
-certo...- desligou a luz e ela sentou-se na "beira" da cama.
-não enxergo...- ele levanta as mãos tentando sentir algo perto e ela rir.
-Aqui!...- ela rir.
-onde?- ela levanta-se e toca nas mãos dele....
- aqui...- ela toca-o a face...


O faz sentar, beija, e tira a blusa dele... toca no torax que é movimentado pelos pulmoes... senta-se sob as coxas...


o Sangue do  rapaz levita novamente, aperta a moça sobre seu corpo com força e dela larga suspiros...
-Lucas...-
segurando na sintura delicada preciona para baixo... suspira novamente com mais intensidade...
passando as mãos nas costas lisas sobe... preciona o sutian que logo cai, e ela... arranha as costas dele...


-Amanda...- ele tenta olhar-la no meio da escuridão... e consegue ver as curvas sem muita nitides...
- Fiz algo errado?- ela tenta o olhar...
-não... é que eu não vejo nada... ai acho que é um pouco dificil...-
-...- ela ficou pensando... - acenda o abajur na luz baixa...
- certo...- e ficou parado...
- o que foi...?- ela segurava nele...
- é que você estar... no meu colo...-
- me desculpe!- ela logo levantou-se...
ele ergueu os braços para achar o abajour, e acendeu como ela pedirá... olhou-a... estava cobrindo sua semi nudez com os lençois...
-Tira...- disse ela olhando-o...
ele abre sua calça...e desce... cobre com suas mãos a masculinidade... e logo envergonha-se...
- não fique assim...- disse ela...- venha...- da uns pequenos tapas na cama...
-certo.- senta-se ao lado dela...
-você já pensou nisso antes?... como seria?- ela o olha...
-já... e não... eu tenho M...- ela não o deixa falar...
-calma... esta bem... se você não quiser, ou sentir-se reprimido, envergonhado, me fala... ok? não quero força-lo a um desejo meu.- toca na face dele...
-certo..- ele a beija bem devagar... vira-se e fica em cima dela... trocam mãos... a gravidade parecia pressiona-los mais ainda...
Um momento ela começou a dar suspiros oscilatorios... e ele respiração acelerava... em um tempo de quase cinco minutos ele para... respira... Respira...




-Assim?- pergunta ele...
ela com as mãos nos labios balança a cabeça confirmando...
-mas e se machucar... ?-
- não se preocupe ta...- ela sorrir e o beija...
ele pressiona lentamente seu corpo nela.
- Ai...- os labios dela entram em sua boca, fecha olhos com intensidade... puxa a face dele para que não veja o rosto dela.-devagar...-
-certo...-


Sua noite... Não foi diferente... e como os outros dias viram a aurora. Acordados... ela sorria nos braços dele e ele quente beijava a testa dela...


-estou com muito sono...- diz ele...
- Você vive dormindo...- ela rir.
- é mais... ah droga verdade... nem tenho como me defender- ele rir- abraça com força...
- estou com fome...- ela sorri... -quer comer?- ela vira-se pra ele...
- quero me sinto fraco...- ele sorri.
-certo...- ela levanta-se
-Amanda!- ela o olha
-Que foi?-
- Te machuquei?- ele a olha
- Não! o que foi?- assutada
- É que você estar... vermelha...- ele toca entre as pernas dela, Amanda com a atitude do menino sente-se constrangida e bate a sua face...
Ele não compreende... e so mostra os dedos um pouco manchados de Sangue...


-Desculpe...- ele a olha...
- Ai! meu Deus... desculpa lucas eu não ... queria... desculpa...- ela constrangida...
Lucas ele era um cara bastante calmo... apenas levantou-se pegou um lençou  e a cobriu...
-vamos tomar um banho...- ele Sorrir.
Amanda... olhou a pessoa que tinha encontrado... poderia ser pateta, excêntrico como os colegas falavam, mas ele mesmo assim, parecia envolver asas inesistentes sobre ela... uma forma de protege-la.... e isso a chocou pela inocência de um amor.

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Coisas sobre O escritor e Lucas.

estavam no jardim botânico em João Pessoa, vulgarmente chamado de "bica". Lucas e Clarisse encontravam-se próximo ao lago e sentados na grama que ali havia... passaram a contemplar o resto de tarde.
Clarisse olhou um casal que estava em um "pedalinho", aqueles cisne que tem dentro do lago  que casais ficam lá durante um tempo. Clarisse observava atentamente jovens que no meio da água, desfrutavam de abraçados, e  alguns beijos,  isso a deixava extremamente curiosa, o pai notará o olhar da menina no casal e disse.

- Clarisse...-
-ah?-
- Você nunca me viu assim com sua mãe?- ele a olhava...
- Não... na verdade... não me lembro muito da mamãe...- ele a olhava, e notava a vergonha que a filha sentia...
- Não se preocupe, você era mesmo um bebezinho... Mas lembro-me de quando beijávamos assim, ou melhor, eramos mais Delicados...- A menina rir... - Verdade! os jovens de hoje acham que quando mais babado for o beijo, é melhor...- ele sorrir
- Eca papai! que nojo!- a menina faz uma cara feia, e ele rir.
- Um dia você vai ver como isso é bom.-

Clarisse ficou pensativa... e depois questionou...
-Me conta uma historia de vocês dois!-
-Uma historia?-
-Sim!-
-Certo...- ele parou olhou pra o céu fez um bico, soltou um "Ah", do tipo "lembrei"...- Sabe... eu e sua mãe eramos apaixonados desde criança... quando eu tinha sua idade... quantos anos você tem mesmo?- ele rir
- Pai! tenho 10 anos!- ela o olha emburrada.
- Estou de brincadeira!- da um abraço na filha, e volta a contar- Então... quando eu tinha sua idade ou melhor menos, uns 8 anos eu conheci sua mãe, ela era um ano mais velha que eu, estudávamos na mesma escola em salas diferentes, eu era muito imbecil, quando há vi eu simplesmente escrevi uma carta, cheguei perto dela entreguei em suas mãos e corri, acho que ela pensou, "que menino estupido"...-
- Que lindo papai- Clarisse apenas admirava a historia do pai.
- Então no dia seguinte, ela correrá atrás de mim, e me deu um beijo na bochecha, e eu simplesmente... "boiei"- ele rir.
-Papai... agora sei porque o senhor escreve, acho que nenhuma das minhas amigas tem um pai tão lindo como o meu...- Clarisse o abraça.
- Obrigado, e eu acho que nunca fui tão bonito- ele rir- brincadeira, você é a unica filha mais linda do mundo.
-puxei ao senhor!- ela sorri- continua!-
- Bem... Então, depois disso viramos amigos... mas claro sempre tem aqueles garotos mais bonitos na sala e que nunca é você, eles são os populares... e eu era ninguém, lembro que o nome de um deles era Jonathan, nossa eu ficava com muita raiva, porque fazia de tudo para parecer melhor que eu e tentava impressionar Amanda. Mas o tempo foi passando, eu tive que viajar, para outra cidade, por causa da minha avó que ficava doente cada vez mais, então fui morar com ela la no interior de Pernambuco, e lá fiquei um tempo. Estava infeliz, era tudo diferente, mas a minha surpresa era, ela estava lá. Então houve um dia que fomos a sorveteria e começamos a caminhar pela cidade, então fomos para um parque que chamava-se "Parque do Bambum" não era como  aqui, mas valia a pena, foi lá que eu e sua mãe demos nossa primeira "bitoquinha". -a menina riu
- Hahahah! PAI o senhor tem que acabar com tudo!- ela rir.
- Não compreendi.- Lucas rir. e depois de um tempo ele fala... -Sabe Clarisse, sua mãe tinha um dom...-
-Qual?-
- Seus olhos mudavam de cor com seus sentimentos, se estava feliz eles ficavam azuis, triste cor de mel, amando Lilas... ela boa parte do tempo, olhava-me com cor preta e lilas...-
-Preto?-
-É! Preto era quando ela estava com Raiva, fazia tanta raiva, que né você iria entender!- Clarisse riu.
-Eu entendo sim! e muito!- os dois sorriram
- sua mãe era a unica pessoa a me tirar do serio, eu ficava louco! maluquinho.-
- Papai, qual foi a cor que ela teve quando me viu?- ela olhava seu pai fixamente...
- Eu realmente não sei, foi uma cor inexistente, eu diria... Cor de Clarisse Sophia.- ele a olha e sorrir.
- Serio papai?-
- Sim! ela quando viu você, os olhos ficaram cheio de cores, cores... que nunca havia visto em minha vida, e inimaginável...- a menina sabia que o que ele dizia era "absurdo" que fisicamente não seria possível, mas acreditava nele do mesmo jeito...

-Não se preocupe filha, você será igual a ela, seus olhos mudam de cor também, e sua avó é feia!- ele tentou mudar de assunto, pois aquilo o machucava um pouco, então... melhor estrategia foi mudar o assunto.
- não é não!-
- é sim!-
-não!-
-Sim!-
-não!-
-Não!-
-Sim-
-Ah! psicologia inversa! sempre funciona!- ele rir
- o que?- ela fica emburrada e ele rindo.


terça-feira, 2 de agosto de 2011

Abrindo o cérebro.

Hoje, não ontem ou amanha, mas hoje, escrevo minha carta que não tem forma de carta, com sentimentos como poema, e sem ser poema, não venho falar de Deus, ou Filosofia, nem sou Sofista...

Tudo que digo parece ser uma batalha para entendimentos, uma compreensão difícil, até porque apenas eu consigo sentir a pressão do meu coração bobeando, o sangue que entra e sai... o ar pesado que entra em meus pulmões  que também machucam... Spleen... Spleen.

Talvez esteja passando por uma crise existencial, por ser jovem... todos passam... não é? Perguntas... Questionamentos martelão a minha cabeça, desgastando meu corpo.

Que faz um ser humano ser mais capacitado que outro? Seu dinheiro? Roupa? Convívio Social? Sua sapiência? Humor? drogas?  Que? Que??
Que faz a menina que senta ao meu lado ser mais "bonita" que eu? Seios? bunda? cabelo?
E a outra menina do meu lado ser mais intelectual? estudos? madrugadas sem sono? milhões de cadernos?

  Sabe... Tenho meus horários todos organizados, minha vida bem estruturada, não morro de fome, saúde perfeita, então porque não assimilar as coisas ao redor? Por que os objetivos que eu treinei pra conquista-los não tocam nem a minha mão, "não quero ser pessimista, claro tudo tem seu lado bom", Mas é ruim você lutar por algo e não conseguir sentir nem seu cheiro, será que "não importa a forma e sim chegar lá?" nem que para isso eu deva sacanear outras pessoas?

Tenho oportunidades que outras pessoas não tiveram, ouço todos os dias que se estas tivessem a mesma oportunidade, seriam outra coisa será verdade mesmo?

Ando confusa, Amor já não me importa.
Amor já não me importa.....

Eu tenho  duas listas, uma de Sonhos, outro de Objetivos, meus objetivos já estão pulando para sonhos... e me vejo nisso sinto raiva, porque odeio me ver assim, como odeio o Spleen, melancolia, só me faz ter raiva.

Notei que ultimamente ando muito Egocêntrica isso me faz mal, mas vocês merecem isto.

-Estudar... Estudar... Estudar... se não você não vai ser ninguém! Nem venha pedir minha ajuda depois!
-Este Curso é muito ruim! Depois não corra atrás!
-Segure suas oportunidades! Eu quando era criança Não tive nada!
-Eu sou burra... burra... burra...
-P@#$ que P!@$¨! como não conseguir fazer isto?
-P@##@ como Errei de novo?
-Não se preocupe tudo vai dar certo!
-As Provas estão chegando!!
-Estou com fome, mas não vou comer preciso terminar isso!
-Que sono a matéria não acaba?
- hahahahah! tirou outro 0,0!
-Meu pai vai me matar...
-incompetente! Tola...
- Ai que dor de cabeça...
-Estudar... Estudar...
-Desisto... não entendo mesmo... Vou jogar...

-Caramba Você nem faz isso por mim?
-Não posso...
-É melhor terminarmos...
-Não... vamos só...
-Adeus....
-"O que você não pode eu não vou te pedir..."
-Adeus...

 -O que você faz quando se tem um problema?
-Você enfrenta?
-Não! isto é burrice! Desvia! O pior burro de todos é aquele que jura que vai passar em medicina, estuda! estuda! estuda um ano, dois, seis... e não passa!.
-Você tem Razão...
-Claro que sim, sou professor!



- Talvez ele esteja certo.
- vou dormir...


- O que você quer ser quando crescer?
-não sei... Professora?
-que legal!

-Qual curso pretende fazer na faculdade?
-Medicina.
-Coragem, mas ganha muito dinheiro!
-......................................................

-Pretende trabalhar aonde?
-Amazonas!
-Vixi  pra que mulher! aquele buraco só tem indio....
-só queria tentar fazer um pouco de diferença...
-isso nao dar dinheiro! so trabalho!


Fim.     

terça-feira, 12 de julho de 2011

Coisas sobre Meninas e Escritores.

Coisas sobre Meninas e Escritores.





Quando adolescente se encontram para conversar sempre há sorrisos, bebidas, conversas atoa, porém se Lucas estar e uma menina como Melani De Sade estar neste grupo, coisa boa não se encontra.

-Vamos aonde?- Fala Rafaela...
-Você que decide- responde Lucas...
-E Vocês dois querem ir a algum lugar?-
Melani olhando para a janela pensando na vida ou em nada...- tanto faz...-
- para mim tambem- Responde Ricardo.
-Caramba eu tenho que falar tudo! Lucas vai para o shop-

Lucas pensava em algo desejoso, luxuoso, beber uma cerveja e ficar apenas olhando o movimento... levou em seu carro aqueles adolescentes, o que ninguem percebeu é que o objetivo a vida de Melani assimilava a do escritor... parecia ser frustrados com relacionamentos, dores passadas, partes remuidas que talvez tão picadas que não se cola.

Hojé Eu falarei de outra pessoa, Vazia, podre para alguns, imaginaria para outros, talentosa...

Ao chegar no shopping sentaram-se a um bar, movimentado, Lucas e Mel, pareciam não estar em avontade, aquele movimento, conversas em cima de conversas, informções demais, garçon para la e para ca, passividade era o que procuravam.
Lucas queria apenas estar a sós com ele, e com alguém.
Rafaela gostaria apenas de... estar ali com alguem conversando, talvez cantando.
Ricardo... queria beber... estava um pouco doente, então diminui a dose.
Mel... não sabia o que queria... confusa... pensava em muita coisa ou em nada, mas no fundo gostaria de dar corda ao escritor, parecia lhe cativar de alguma forma.

Lucas olhava para o nada... Olhou para Mel com um sorriso indicando algo, Mel apenas seguio o seu significado.

-Esqueci meu Celular no carro... Melani vamos comigo?- ela apenas levantou-se e não repondeu, foi a fronte.
Rafaela e Ricardo não eram tolos.

Os dois sairam...

No carro... conversaram sobre Incompetencias, tiraram satisfações sobre relacionamentos, duvidas tiradas... e um eco vazio do vazio gritava, e mais vazio era o vacuo ali, parecia que mesmo as conversas batendo, eram apenas palavras ao ar. Ele a olhava e ela ansiosa, ele simplesmente chegou onde queria, um mês sem dirverção queria agora.
Sintura fina dela abraçada e beijada pelas mãos mais velhas dele, as mãos com dedos calosos dela tocava em face lipida e pelosa que a atraia mais... tempo passou rapido e ela...
-vamos voltar...- Melani estava assustada, costumes diferentes agora.
-devem sentir nossa falta...- ele so queria luxo
-é!-
- ok!-

voltaram, ele bebeu a cerveja ela observava o tempo frio, chuva que parecia um aviso.

Apos aquele momento de conversa jogadas fora, Mel nao sentia-se bem e creio que todos estavam cansados... Foram para Casa de Rafaela...
Mel olhava para Rafa com medo, e tentando avisar que era encrenca... mas no fundo ela gostava disto, mesmo em meio confusão mental de medo e prazer... continuavam na mesma...

Mel ficou um tempo a sós no apartamento da Rafaela com o Lucas, enquanto Esta buscava os whiskey aquela apenas conversava com Lucas e repetia-se a cena dos braços, entretanto mais febril...

Beberam whiskey, embreagez nao veio, não se permitia, Mel tocou violão conversa se foi, e Ricardo tambem, logo Mel e Lucas...


- Você quer ir para outro lugar conversar?- perguntou lucas dirigindo...
- Não sei... você quer?- Melani so queria ir para casa descançar, mas gostou tanto do Rapaz que tentava a cortejar...
- Que você acha de um motel?- ele perguntou ironicamente
- Não! é um lugar que não me sinto avontade, penso logo em promiscuidade, e não tenho coragem de nada...-
-Não é apenas promiscuidade que fazemos... mas então tem algum lugar na cabeça-
- me leve para onde você quiser.- ela queria ir para casa já estava tarde seu pai poderia ligar, e a chuva não gostava dela.
-certo...-
Dirigio ate uma rua de areia, um cheiro de café elevou...
-onde estamos?- perguntou mel
-em um motel.-
ela so queria sair dali estava assustada, não queria nada... mas não queria sentir-se perdida, ou perder o homem...
-Não... eu nao me sinto bem...-
-você vai ver este lugar é bem familia, não é promiscuo como os outros-
ela tentava sorri para aquele momento fingir não estar preocupada ou com medo... ou com qualquer outro sentimento negativo...
entraram no quarto 508 fecharam a garagem e entraram no quarto...
-realmente bem familia- ela observava o quarto pequeno, com uma camisinha na cama e tanta coisa vinha a sua cabeça.

Lucas aproximou-se dela e beijou, ela só queria falar, por que assim tentava fugir da ação, mas ele queria outra coisa...
Labios pincelados... corpo e amassos, seios misturavam-se a pele crespa dele.

roupas tiradas, ela de calça e blusa, queria que o tempo passasse, desse logo 9:30 para sair logo dali...
deitaram na cama apertava os lençois com as mãos pequenas e tremulas, gostava daquilo, mas desprevinida...
ela olhou a hora e viu 9:40

-tenho que ir... é serio lucas... por favor... tenho medo...
- só mais um pouco...- tentava beija-la...
-por favor lucas... serio...-
-me satisfaça...- ele sentou-se e o escuro do quarto...
-O que?- questionou com um tom desespero
-satisfaça-me-
ela nervosa, apenas riu pegou as coisas e levantou arrumou o cabelo, e foi ao banheiro olhar sua situação.
ele a seguio abraçou-a por tras... constrangimento...
- por favor...-
-você é sensivel.. ate demais...- os olhos dela lacrimejaram... mas de vergonha... ou voluptuosidade.- certo vamos...-

vestiu-se sairam do quarto, pegaram os documentos e entraram no carro.

Ela só pensava na merda que tinha entrado, e ele no que poderia ter feito.

-me desculpe, eu nao queria fazer isto agora.. nunca fiz... tenho medo... nao sei...-
-como você faz com elas?-
-não sei... é diferente...-
-pode me mostrar depois...- ele vazio como sempre...
- ah... pode ser...- apagada...

Deixou-a em casa...





"Desejo que não pode se ter
segredos entre paredes febris
amores escondidos e doloridos
apagam a alma com tequilas

veneno entre lençois
ah! como eu queria e você tambem
mas o que impede?
é tão gozado... saboroso...

noite não noite,
estrela sem estrela
chuva que odeio
Spleen que temos

Alcool que arde
Arde para esquecer
sofrimentos alheios
eu nao te amo...

você não me ama, não queremos...
talvez so copular, ser apenas um...
entre lençois promiscuos
tem desesjos aflitos."

A noite é uma criança, poema escrito por Livia.

sábado, 4 de junho de 2011

Um poeta frustrado


- Por que choras?
-Não estou chorando.
- Estar sim cara. Só porque és um poeta não quer dizer que não podes chorar, pelo contrario tu deves chorar!
- Por favor abandone este corpo podre.
- Não posso, estou ligado a ele.
- Por favor!
- Já o vi chorando outras vezes.
- blasfêmias!
- Não precisa ter lagrima para chorar.
- estas enfemeas já estão podre e não agüenta mais...
-conte-me.


- Você deveria dar mais credito as pessoas...
-Não confio nelas... Não merecem meu arrependimento, minha pena, meu amor, minhas palavras... Nem Ânsias..
- Então acredite em mim...
-...............................................................
- Eu sei que é difícil.. mas vamos tentar...
- Estar bem....

Amaria você se não fosse mortal
Amaria você se eu não fosse Imoral
Odiaria a mim, por querer tão pouco de você
já que mereces bem mais de mim...


Contos, Líricos, Flores...
Como pétalas que caíram
como pássaros anômalos
como eu sem cromossomos....


Você me derrubou
De um precipício
Sem um fim, e este fim
Era o meu fim, da decepção
Que você provocou em torno
De partes do meu coração
Partes, quebradas fracionadas
Por ódio dores... coração
Que jamais mereceu-te


Mas essa dor... meu amor...
Vai passar... por que eu sei que vai
Não te preocupes, por que o cheio
Se tornou cheio de vazio porque você
Tomou o cheio, cheio... cheio...


Cheio... talvez amor, ou dor...
Que eu sempre quis dar-te


Me perdoe amor
Mas eu amo ver-te assim
Porque sim, sentirás o mesmo
Que nunca senti, e sempre sentir
Porque repartimos do mesmo fruto
A mesma peça
Aquela vagabunda meretriz
Rapariga... que eu sempre sou.




Fútil mundo, Mais um poema da Lívia la Amélia

domingo, 29 de maio de 2011

Coisas sobre desenhistas e pintores

     Este conto pinta a historia de Victor de Tarsila, um garoto utópico, mal sucedido, mas feliz. Apaixonado em vida pelo que faz, vive em um "beco" entre escadas dentro de um cubículo nomeado de "apartamento", tendo apenas 1 quarto com banheiro embutido, uma sala que copulava-se com a cozinha, na qual não tinha começo ou fim, dormia em um colchão, e sua maior obra estava nas paredes de um céu estrelado e um poema do Olavo bilac...


"Ora (direis) ouvir estrelas! Certo
Perdeste o senso!" E eu vos direi, no entanto,
Que, para ouvi-las muita vez desperto
E abro as janelas, pálido de espanto...

E conversamos toda noite, enquanto
A Via Láctea, como um pálio aberto,
Cintila. E, ao vir o sol, saudoso e em pranto,
Inda as procuro pelo céu deserto.

Direis agora: "Tresloucado amigo!
Que conversas com elas? Que sentido
Tem o que dizes, quando não estão contigo?"

E eu vos direi: "Amai para entendê-las!
Pois só quem ama pode ter ouvido 
Capaz de ouvir e de entender estrelas".



E seus amigos assim... também o achava...


   Seus pés frios, temperatura baixa, mas o sol queria acorda-lo, sentiu suas pálpebras queimarem, então por fim... resolveu fazer o que eram desejado. Levantou-se, foi ao banheiro, e no caminho esbarrou em algumas garrafas de cerveja, lavou o rosto que ainda parecia embriagado de sono. Tomou um banho que queimava as espinha, lavou-se como se fosse a ultima vez.
   Ficou apenas de Samba-canção, abriu a porta e pegou o jornal da vizinha como se fosse dele. Sentou-se no chão da sala, ao sabor do pão com agua começou a ler o jornal, e nada lhe chamava atenção, achou que seria mais um dia de tentativas em exposições e museus.
   Deitou-se no chão...
-Que vou fazer agora estrelas?- olhou para seu teto estrelado... apesar do sol...
-me sinto tão... vazio... mas vocês ainda estão brilhando...-
enterrompe sua conversa ao ouvir seu celular tocar.


-Alô?
- Victor Tarsila?
-Sim?
- Aqui é o Lucas.
- Lucas?
-Lucas le Rosseu
- Cara! quanto tempo?
- Pois é! então amigo, arrumei-te um encontro...
-Cara nem da pra mim sustentar-me, imagina sair com uma garota...
-Não é um encontro namoro... é trabalho, tenho um contato ai em São Paulo, mandei recomendações.
-Serio? cara! Brigado!
-Obrigado...
-Não cara brigado...
-Não!... Se fala Obrigado!
-Ah!- eles riram- desculpa, Obrigado- então concluiram a conversa dando-lhe o endereço.




Passou-se a manhã, a tarde, e a lua beijou o céu... ele vestiu suas melhores roupas e foi ao "encontro". Chegou em um apartamento de luxo em São Paulo, interfonou para um dos quartos, uma voz suave porém segura atende.


-Boa noite! eu sou o Victor de Tarcila... e o meu amigo Lucas... ele...- antes de continuar ela o interrompe
- pode entrar, quarto 421-
-certo...-
pegou o elevador que dava direto no quarto da moça... olhou de forma geral a sala, pinturas originais de Van gogh e a que lhe chamava mais atenção não era Nuit entoilée à st.Remy e nem Noite Estrelada Sobre o Ródan,mas  o auto retrato com a orelha cortada, ele começou a rir.


-Boa noite!-
-boa noite!- contendo os risos
- O que te faz rir? estas rindo dos meus quadros?
-não senhorita, estou rindo de Vicent, ele não foi capaz de fazer um auto retrato, então cortou sua orelha, não sei se foi um ato de "genialidade" ou "insanidade"- No fundo ele queria dizer incompetência.
- pois... eu acho magnifica!
-perdoá-me...
-Então... Seu nome é Victor de Tarcila certo?
-sim!
-Trouxe alguma obra sua?
-sim... trouxe...- abriu sua bolsa tirou alguns desenhos. Eram desenhos realmente bonitos, "magníficos"... a moça pegou uma lente e observou bem próximo... 
-me desculpe, qual seu nome? o Lucas não me falou- ela continuou olhando os desenhos e respondeu
-Melinda Damante...- ela observava os desenhos com maior plenitude.
Ele ficou observando-a, de forma... polida, como se fosse uma boneca de porcelana, olhou fixamente para seus cabelos curtos e negros, sua pele pálida e aparentemente massiva, porem olhos vazios como o espaço do vácuo  olhando -a assim parecia ter 32 anos com jeito de 55, mas não vulgarmente falando, e sim experiência... ela realmente sabia o que estava fazendo.
- Você desenha perfeitamente... talvez... um dos melhores que já conheci... porem... deve amadurecer seus desenhos... eles realmente são "apaixonantes"- se voltou para ele, e pegou-o olhando boboamente...
Ela observando-o, e aquele momento pareciam está em mesma freqüência...
- Quero desenha-la...
-nunca me desenharam...
-mas eu quero desenha-la...
ela parecia estar... intoxicada com o olhar do pintor...
-então... você quer um vinho?- ao se virar para pegar o vinho, ele puxa sua mão, ela vira-se para ele.
- seus olhos... um é azul... outro é verde...- tocou em seu rosto...
-não... faz isso...-
Aproximou-se mais... olhou um sinal entre os cabelos... olhou sua orelha... rosto... lábios... lábios... lábios...
Ela... o beijou...




-Lucas! cara... tive uma noite estrelada, onde a via-láctea gozou sobre a lua...
- que isso! você teve uma noite Voluptuosa?
-até demais!, ela tem olhos de serenas...
-Que bom cara... me conte com detalhes...


ao Aproximar-se de mim  me deu um beijo caloroso, olhei-a toquei em mãos... braços... ombros... e disse em ouvidos...
-Desenharei cada curva que te forma... por és uma arte esculpida por Deus... - ela deitou suas pálpebras dormentes, toquei em seu pescoço... beija-a com os lábios tocando e beijando os lábios  que eram tocados, confundindo-se pela noite, que parecia inacabável...


-você tinha mais que comer ela...
-Lucas... como você consegue ser assim, e ainda é um escritor?
-eu apenas sou assim pra -ti meu querido amigo, meninas não conhecem a mim. Então... continuas...


-copulamos corpo, alma, sua estrela mais brilhante  e plasmática do que todas as estrelas em constelações.
eu como espaço fui invadido por energia cósmica de atração de polos, formosidade que transforma-se em um.
noutro dia levantei cedo... ela ainda permanecia dormindo ainda sentia a embriaguez da noite, fui tomar um banho, juntei minhas coisas e esperei-a acordar na sala, e quando isso aconteceu, procurava por mim eu disse.
"Estou aqui..."
"pensei que tivesse ido embora" 
"jamais faria isso com você estrela..."


Então voltei para casa.
- Você é um babaca...
- porque?
-Era pra ir embora, agora ela quer todos os dias...
- eu também meu amigo... eu também!


Passou-se um ano e ainda tenho aquele poema que Lucas, ou Lívia La Amélie guardado em mãos...



"sinto algo estranho nesse amor

Quando você brilha perto dele
Algo transfere raiva.
Mas no final acho-te linda...
E a forma que você copula
É pura...

Graças ao teu amor
Misturando-se ao horizonte
E o mar te beija, estrela...
Beija, beija, sinto-me...
Envergonhado... Por olhar aquilo.
E sei estrela que você é amada
Mas quero dar-te o meu amor
Assim como tu te mistura
 Ao fim desse infinito...
Infinito que eu não sou...”




 Jornal, "Mais recente obra de Lívia la Amélie" (a copular estrelar)


Por incrível que pareça ele sabia que o ciúme entre minhas duas paixões iria dar-me problema... mas ela entendeu...


Obrigado Lucas....









quarta-feira, 25 de maio de 2011

Coisas sobre Escritores e poetas



                                                   Chamava-se Lucas, com pseudônimo de Lívia la Amélie, achava-se péssimo, porém vendia bem. Houvera noites voluptuosas, seu ponto extremo era empírico e ainda dizia-se ter vida.
     Acendia seu "Charm Cigarrette" em um bar de empresários vazios e bem-sucedidos, no habitat do Rio Janeiro. Enquanto isso, balbuciava seu Whisky doze anos, loiras e não loiras arrancava-lhe em pedaços com olhares, porém ele fingia não se importar, independentemente do que estar acontecendo, ele permaneceu a viajar na fumaça.
     A piola que caia em seu copo, misturava-se ao Álcool, e isso causava um choque entre as mulheres, entretanto terminava impressionando-as.
     Ao terminar de fazer fumaça, deixou o cigarro em um cinzeiro, ergueu apenas uma vez seu copo que logo desceu vazio, voltou a realidade e tomou a pose. Havia três mulheres com Eros e Afrodite em pele de lobo, encarava-o de forma hipnótica, porém sua sobrevivência em ruas era mais forte. Uma das três Guria beijava seu indicador em uma taça de Martíni vazio, olhava-o com uma das sobrancelhas elevada e um sorriso promíscuo. 
    Lucas levantou-se, e aproximou das meninas.
- Posso-me juntar a tamanha luz que alumia olhos aflitos e encantados por beleza?-
As meninas sorriram.
- pode...-
-Com a resposta certa, irei dar-te a bebida certa... o que desejas?-
-Impressione a nos
Ele sorri como se tudo estivesse seguindo seu plano, chamou o garçom e sussurrou algo em seu ouvido, e elas sorriam como se ele estivesse em suas mãos.
- Que você falou para ele?-
- Espere e verás...-
-Qual o seu nome?-
Ele sorrio abaixou a cabeça logo ergueu - Lívia La Amélie-
Elas olharam entre si zombaram, e ele fingiu que nada estivesse acontecendo.
-Mas Doutora Lívia é uma das melhores escritoras de Romance Trágico que existe...- e logo riram
-A bebida meninas- o garçom entrega as meninas 3 bebidas distintas.
-Dry martíni para senhorita, Tequila para a senhorita... e Mojito para senhorita-
- Então... Lívia... porque então usar esse nome?- Tequila perguntou sarcasticamente.
-Vendo mais...- ele pegou um cigarro do bolso do seu casaco- posso?-
-Sim...- ele acendeu o cigarro - Mas você venderia do mesmo jeito... na verdade bem mais...-
-Gays não são meu publico alvo- larga uma fumaça e olha para ela...-
- e qual é seu publico alvo? escreve romances, mulheres e gays- elas sorriram.
- Críticos, sabem como é... sou um pouco sádico...- ele sorrir e joga um bafo de fumaça.
-Mas, pelo que eu vi na revista e jornais... foi o melhor livro...- Mojito mostrou-se intelectual.
-Eu só escrevo o que alguns querem ouvir, por mais que tente mostrar-me péssimo, vão falar que sou excelente, apenas procuro um critico de verdade- ele sorrir.- tenho algo para vocês... querem provar?-
Ele retira de um vidro próximo ao balcão 4 pimentas e entrega a cada uma.
-Pimenta?- perguntaram as três.
-sim- da um sorriso promiscuo, e come uma das picantes...
- a pimenta ela estimula o libido...- disse mojito mostrar saber de algo...
Tequila coloca em sua boca e engole sem sentir o gosto. enquanto Dry coloca na boca e troca lábios com o escritor, e mojito... prefere não tentar...


  A partir daquele momento os quatro vão para um lugar mais reservado, ele paga o quarto, talvez o melhor da cidade, cama vermelha com rosas, aquele cheiro escaldado de flor que anestesia e libera qualquer forma libídical do corpo.
   Tequila olha para mojito e a beija com as mãos os lábios, o pescoço... seios... costelas...
Dry com todo o seu veneno... causa uma paralisia no escritor que depois um tempo naquele lugar tremulo, água salgada e vaporosa dos poros de cada um emitindo sons distorcidos...
    Ele saiu mais cedo, escreveu em uma folha seu ultimo poema, E esta noite não é distinta das outras noites, ciclos viciosos e infinitos...


"comi, comi, comi
Da pimenta de Afrodite
que és Lúdica vaporosa e voluptuosa
Bebi bebi bebi
Da espuma do mar
Fiquei Fértil e cheguei a amar..."




Lívia la Amélie... Para Dry Martíni, Tequila e Mojito.


após uma semana este poema estava em jornais e revistas...