Chamava-se Lucas, com pseudônimo de Lívia la Amélie, achava-se péssimo, porém vendia bem. Houvera noites voluptuosas, seu ponto extremo era empírico e ainda dizia-se ter vida. Acendia seu "Charm Cigarrette" em um bar de empresários vazios e bem-sucedidos, no habitat do Rio Janeiro. Enquanto isso, balbuciava seu Whisky doze anos, loiras e não loiras arrancava-lhe em pedaços com olhares, porém ele fingia não se importar, independentemente do que estar acontecendo, ele permaneceu a viajar na fumaça.
A piola que caia em seu copo, misturava-se ao Álcool, e isso causava um choque entre as mulheres, entretanto terminava impressionando-as.
Ao terminar de fazer fumaça, deixou o cigarro em um cinzeiro, ergueu apenas uma vez seu copo que logo desceu vazio, voltou a realidade e tomou a pose. Havia três mulheres com Eros e Afrodite em pele de lobo, encarava-o de forma hipnótica, porém sua sobrevivência em ruas era mais forte. Uma das três Guria beijava seu indicador em uma taça de Martíni vazio, olhava-o com uma das sobrancelhas elevada e um sorriso promíscuo.
Lucas levantou-se, e aproximou das meninas.
- Posso-me juntar a tamanha luz que alumia olhos aflitos e encantados por beleza?-
As meninas sorriram.
- pode...-
-Com a resposta certa, irei dar-te a bebida certa... o que desejas?-
-Impressione a nos
Ele sorri como se tudo estivesse seguindo seu plano, chamou o garçom e sussurrou algo em seu ouvido, e elas sorriam como se ele estivesse em suas mãos.
- Que você falou para ele?-
- Espere e verás...-
-Qual o seu nome?-
Ele sorrio abaixou a cabeça logo ergueu - Lívia La Amélie-
Elas olharam entre si zombaram, e ele fingiu que nada estivesse acontecendo.
-Mas Doutora Lívia é uma das melhores escritoras de Romance Trágico que existe...- e logo riram
-A bebida meninas- o garçom entrega as meninas 3 bebidas distintas.
-Dry martíni para senhorita, Tequila para a senhorita... e Mojito para senhorita-
- Então... Lívia... porque então usar esse nome?- Tequila perguntou sarcasticamente.
-Vendo mais...- ele pegou um cigarro do bolso do seu casaco- posso?-
-Sim...- ele acendeu o cigarro - Mas você venderia do mesmo jeito... na verdade bem mais...-
-Gays não são meu publico alvo- larga uma fumaça e olha para ela...-
- e qual é seu publico alvo? escreve romances, mulheres e gays- elas sorriram.
- Críticos, sabem como é... sou um pouco sádico...- ele sorrir e joga um bafo de fumaça.
-Mas, pelo que eu vi na revista e jornais... foi o melhor livro...- Mojito mostrou-se intelectual.
-Eu só escrevo o que alguns querem ouvir, por mais que tente mostrar-me péssimo, vão falar que sou excelente, apenas procuro um critico de verdade- ele sorrir.- tenho algo para vocês... querem provar?-
Ele retira de um vidro próximo ao balcão 4 pimentas e entrega a cada uma.
-Pimenta?- perguntaram as três.
-sim- da um sorriso promiscuo, e come uma das picantes...
- a pimenta ela estimula o libido...- disse mojito mostrar saber de algo...
Tequila coloca em sua boca e engole sem sentir o gosto. enquanto Dry coloca na boca e troca lábios com o escritor, e mojito... prefere não tentar...
A partir daquele momento os quatro vão para um lugar mais reservado, ele paga o quarto, talvez o melhor da cidade, cama vermelha com rosas, aquele cheiro escaldado de flor que anestesia e libera qualquer forma libídical do corpo.
Tequila olha para mojito e a beija com as mãos os lábios, o pescoço... seios... costelas...
Dry com todo o seu veneno... causa uma paralisia no escritor que depois um tempo naquele lugar tremulo, água salgada e vaporosa dos poros de cada um emitindo sons distorcidos...
Ele saiu mais cedo, escreveu em uma folha seu ultimo poema, E esta noite não é distinta das outras noites, ciclos viciosos e infinitos...
"comi, comi, comi
Da pimenta de Afrodite
que és Lúdica vaporosa e voluptuosa
Bebi bebi bebi
Da espuma do mar
Fiquei Fértil e cheguei a amar..."
Lívia la Amélie... Para Dry Martíni, Tequila e Mojito.
após uma semana este poema estava em jornais e revistas...
- Então... Lívia... porque então usar esse nome?- Tequila perguntou sarcasticamente.
-Vendo mais...- ele pegou um cigarro do bolso do seu casaco- posso?-
-Sim...- ele acendeu o cigarro - Mas você venderia do mesmo jeito... na verdade bem mais...-
-Gays não são meu publico alvo- larga uma fumaça e olha para ela...-
- e qual é seu publico alvo? escreve romances, mulheres e gays- elas sorriram.
- Críticos, sabem como é... sou um pouco sádico...- ele sorrir e joga um bafo de fumaça.
-Mas, pelo que eu vi na revista e jornais... foi o melhor livro...- Mojito mostrou-se intelectual.
-Eu só escrevo o que alguns querem ouvir, por mais que tente mostrar-me péssimo, vão falar que sou excelente, apenas procuro um critico de verdade- ele sorrir.- tenho algo para vocês... querem provar?-
Ele retira de um vidro próximo ao balcão 4 pimentas e entrega a cada uma.
-Pimenta?- perguntaram as três.
-sim- da um sorriso promiscuo, e come uma das picantes...
- a pimenta ela estimula o libido...- disse mojito mostrar saber de algo...
Tequila coloca em sua boca e engole sem sentir o gosto. enquanto Dry coloca na boca e troca lábios com o escritor, e mojito... prefere não tentar...
A partir daquele momento os quatro vão para um lugar mais reservado, ele paga o quarto, talvez o melhor da cidade, cama vermelha com rosas, aquele cheiro escaldado de flor que anestesia e libera qualquer forma libídical do corpo.
Tequila olha para mojito e a beija com as mãos os lábios, o pescoço... seios... costelas...
Dry com todo o seu veneno... causa uma paralisia no escritor que depois um tempo naquele lugar tremulo, água salgada e vaporosa dos poros de cada um emitindo sons distorcidos...
Ele saiu mais cedo, escreveu em uma folha seu ultimo poema, E esta noite não é distinta das outras noites, ciclos viciosos e infinitos...
"comi, comi, comi
Da pimenta de Afrodite
que és Lúdica vaporosa e voluptuosa
Bebi bebi bebi
Da espuma do mar
Fiquei Fértil e cheguei a amar..."
Lívia la Amélie... Para Dry Martíni, Tequila e Mojito.
após uma semana este poema estava em jornais e revistas...
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