Coisas sobre Meninas e Escritores.
Quando adolescente se encontram para conversar sempre há sorrisos, bebidas, conversas atoa, porém se Lucas estar e uma menina como Melani De Sade estar neste grupo, coisa boa não se encontra.
-Vamos aonde?- Fala Rafaela...
-Você que decide- responde Lucas...
-E Vocês dois querem ir a algum lugar?-
Melani olhando para a janela pensando na vida ou em nada...- tanto faz...-
- para mim tambem- Responde Ricardo.
-Caramba eu tenho que falar tudo! Lucas vai para o shop-
Lucas pensava em algo desejoso, luxuoso, beber uma cerveja e ficar apenas olhando o movimento... levou em seu carro aqueles adolescentes, o que ninguem percebeu é que o objetivo a vida de Melani assimilava a do escritor... parecia ser frustrados com relacionamentos, dores passadas, partes remuidas que talvez tão picadas que não se cola.
Hojé Eu falarei de outra pessoa, Vazia, podre para alguns, imaginaria para outros, talentosa...
Ao chegar no shopping sentaram-se a um bar, movimentado, Lucas e Mel, pareciam não estar em avontade, aquele movimento, conversas em cima de conversas, informções demais, garçon para la e para ca, passividade era o que procuravam.
Lucas queria apenas estar a sós com ele, e com alguém.
Rafaela gostaria apenas de... estar ali com alguem conversando, talvez cantando.
Ricardo... queria beber... estava um pouco doente, então diminui a dose.
Mel... não sabia o que queria... confusa... pensava em muita coisa ou em nada, mas no fundo gostaria de dar corda ao escritor, parecia lhe cativar de alguma forma.
Lucas olhava para o nada... Olhou para Mel com um sorriso indicando algo, Mel apenas seguio o seu significado.
-Esqueci meu Celular no carro... Melani vamos comigo?- ela apenas levantou-se e não repondeu, foi a fronte.
Rafaela e Ricardo não eram tolos.
Os dois sairam...
No carro... conversaram sobre Incompetencias, tiraram satisfações sobre relacionamentos, duvidas tiradas... e um eco vazio do vazio gritava, e mais vazio era o vacuo ali, parecia que mesmo as conversas batendo, eram apenas palavras ao ar. Ele a olhava e ela ansiosa, ele simplesmente chegou onde queria, um mês sem dirverção queria agora.
Sintura fina dela abraçada e beijada pelas mãos mais velhas dele, as mãos com dedos calosos dela tocava em face lipida e pelosa que a atraia mais... tempo passou rapido e ela...
-vamos voltar...- Melani estava assustada, costumes diferentes agora.
-devem sentir nossa falta...- ele so queria luxo
-é!-
- ok!-
voltaram, ele bebeu a cerveja ela observava o tempo frio, chuva que parecia um aviso.
Apos aquele momento de conversa jogadas fora, Mel nao sentia-se bem e creio que todos estavam cansados... Foram para Casa de Rafaela...
Mel olhava para Rafa com medo, e tentando avisar que era encrenca... mas no fundo ela gostava disto, mesmo em meio confusão mental de medo e prazer... continuavam na mesma...
Mel ficou um tempo a sós no apartamento da Rafaela com o Lucas, enquanto Esta buscava os whiskey aquela apenas conversava com Lucas e repetia-se a cena dos braços, entretanto mais febril...
Beberam whiskey, embreagez nao veio, não se permitia, Mel tocou violão conversa se foi, e Ricardo tambem, logo Mel e Lucas...
- Você quer ir para outro lugar conversar?- perguntou lucas dirigindo...
- Não sei... você quer?- Melani so queria ir para casa descançar, mas gostou tanto do Rapaz que tentava a cortejar...
- Que você acha de um motel?- ele perguntou ironicamente
- Não! é um lugar que não me sinto avontade, penso logo em promiscuidade, e não tenho coragem de nada...-
-Não é apenas promiscuidade que fazemos... mas então tem algum lugar na cabeça-
- me leve para onde você quiser.- ela queria ir para casa já estava tarde seu pai poderia ligar, e a chuva não gostava dela.
-certo...-
Dirigio ate uma rua de areia, um cheiro de café elevou...
-onde estamos?- perguntou mel
-em um motel.-
ela so queria sair dali estava assustada, não queria nada... mas não queria sentir-se perdida, ou perder o homem...
-Não... eu nao me sinto bem...-
-você vai ver este lugar é bem familia, não é promiscuo como os outros-
ela tentava sorri para aquele momento fingir não estar preocupada ou com medo... ou com qualquer outro sentimento negativo...
entraram no quarto 508 fecharam a garagem e entraram no quarto...
-realmente bem familia- ela observava o quarto pequeno, com uma camisinha na cama e tanta coisa vinha a sua cabeça.
Lucas aproximou-se dela e beijou, ela só queria falar, por que assim tentava fugir da ação, mas ele queria outra coisa...
Labios pincelados... corpo e amassos, seios misturavam-se a pele crespa dele.
roupas tiradas, ela de calça e blusa, queria que o tempo passasse, desse logo 9:30 para sair logo dali...
deitaram na cama apertava os lençois com as mãos pequenas e tremulas, gostava daquilo, mas desprevinida...
ela olhou a hora e viu 9:40
-tenho que ir... é serio lucas... por favor... tenho medo...
- só mais um pouco...- tentava beija-la...
-por favor lucas... serio...-
-me satisfaça...- ele sentou-se e o escuro do quarto...
-O que?- questionou com um tom desespero
-satisfaça-me-
ela nervosa, apenas riu pegou as coisas e levantou arrumou o cabelo, e foi ao banheiro olhar sua situação.
ele a seguio abraçou-a por tras... constrangimento...
- por favor...-
-você é sensivel.. ate demais...- os olhos dela lacrimejaram... mas de vergonha... ou voluptuosidade.- certo vamos...-
vestiu-se sairam do quarto, pegaram os documentos e entraram no carro.
Ela só pensava na merda que tinha entrado, e ele no que poderia ter feito.
-me desculpe, eu nao queria fazer isto agora.. nunca fiz... tenho medo... nao sei...-
-como você faz com elas?-
-não sei... é diferente...-
-pode me mostrar depois...- ele vazio como sempre...
- ah... pode ser...- apagada...
Deixou-a em casa...
"Desejo que não pode se ter
segredos entre paredes febris
amores escondidos e doloridos
apagam a alma com tequilas
veneno entre lençois
ah! como eu queria e você tambem
mas o que impede?
é tão gozado... saboroso...
noite não noite,
estrela sem estrela
chuva que odeio
Spleen que temos
Alcool que arde
Arde para esquecer
sofrimentos alheios
eu nao te amo...
você não me ama, não queremos...
talvez so copular, ser apenas um...
entre lençois promiscuos
tem desesjos aflitos."
A noite é uma criança, poema escrito por Livia.
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